Um mundo mais online do que o atual, em que os jornalistas terão de trabalhar para vários veículos. Um mundo de marketing pessoal e de frilas, sejam eles fixos ou eventuais. Segundo o painel de discussão The Changing World of Journalism, realizado neste mês na Universidade Maryland-College Park (EUA), esse é um cenário futuro bem provável para a profissão.
Os jornalistas terão de "atuar em um mundo no qual terão de fazer contínuo marketing de si mesmos para múltiplos veículos", escreve o jornalista John Kirch no artigo A look into journalism's future (Examiner.com), que resume as principais idéias apresentadas no painel. Nesse contexto, o jornalista precisará saber criar e cultivar sua própria marca pessoal. Para a jornalista Amar Bakshi, repórter do WashingtonPost.com, a internet é um ótimo espaço para isso.
Futuro do jornalismo impresso
Segundo Leslie Walker, professora visitante da Universidade de Maryland e participante do painel, os jornais impressos tendem a deixar de ser fontes diárias de notícias e passarão a se concentrar em análises, ao estilo do que é feito por revistas semanais.
A tendência é de que as notícias diárias e mais quentes sejam veiculadas cada vez mais na internet. Com isso, é provável que os impressos mantenham suas edições de domingo, "especiais", e reduzam - ou interrompam - a circulação em dias de semana.
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Há 36 minutos
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