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MINI-CLIPPING
Brasil é segundo em acesso a redes sociais

Da Folha Online, em 20/11/08:

Brasil se torna o segundo país em acesso a redes sociais

da Folha Online

O Brasil ultrapassou o Reino Unido e se tornou neste ano o segundo país em acessos a redes sociais no mundo. De acordo com dados da consultoria comScore, o Brasil fica atrás apenas do Canadá, em termos percentuais, levando em conta os países com mais de 10 milhões de usuários mensais de internet. (...) texto completo

REDES SOCIAIS
Site congrega pesquisadores do jornalismo

Dando uma olhada nos sites listados no meu Google Reader, descubro que Paul Bradshaw criou uma rede social direcionada a pesquisadores do jornalismo e acadêmicos da área: o Journalism Research.

E clicando aqui e ali, eu, newbie que sou, também descubro que existe um site em que os internautas podem criar sua própria rede social: www.ning.com (justamente o site usado por Bradshaw em sua referida empreitada).


E pensando um pouquinho, chego à conclusão (provavelmente atrasada) de que é impossível estar em todos os lugares interessantes da Web. Já perdi a conta de cadastros que fiz em sites por aí, cada um com uma proposta original e promissora, mas que acabam esquecidos em meio a tanta coisa.

Algumas confissões: não tenho paciência para Twitter, desencanei do MySpace, raramente entro no Facebook, pouco atualizo meu Orkut, há tempos não ouço a Last.fm e já perdi a senha do meu login no NewsCred (provavelmente ainda recuperável em algum e-mail perdido no infinito de mensagens do Gmail). Ah, meu lixo digital...

WEB
Ódiokut :: Quando uma rede social é usada para propagar a violência

Assim como o papai adotivo Google, o pequeno Orkut também sofre do transtorno de dupla personalidade. Sim, você pode se conectar a amigos, conhecer novas pessoas, trocar idéias em comunidades. E, sim, também é possível criar um perfil falso e propagar o ódio contra qualquer coisa ou qualquer grupo de pessoas - sem, digamos, correr muitos riscos de ser penalizado pela justiça.

Eu sempre soube que havia esses grupos violentos no Orkut. Mas notei mais profundamente a gravidade disso há pouco tempo, depois de ler o post "Donos de mulheres S.A." no blog Escreva Lola Escreva (muito bom, por sinal). O texto comenta algumas manifestações chocantes, postadas no Orkut, em favor de Lindemberg Alves, que seqüestrou a matou a ex-namorada Eloá em Santo André (SP). O tópico "quem sou eu" do perfil do criminoso, agora "administrado" pelo primo, é de embrulhar o estômago. E não menos aversivas são as comunidades que tentam justificar o crime com base em argumentos machistas e misóginos.

Sem palavras. É de uma violência sem tamanho, dirigida explicitamente a Eloá, mas que atinge a todas as mulheres. São comunidades que chegam a congregar milhares de pessoas, embora boa parte delas esteja lá para discordar dos criadores e defensores do grupo.

Muitos dizem denunciar essas comunidades no próprio Orkut. Mas elas continuam lá, pregando covardemente o ódio e a violência contra mulheres, nordestinos, negros, homossexuais. Deletá-las seria atentar contra a liberdade de expressão? É uma questão complexa, mas acho que cair num relativismo sem limites é perigoso demais. Deletá-las ajudaria a combater o preconceito que está por trás dessas manifestações? Sinceramente, não sei.

Fica a tristeza e a revolta.



Fiz uma busca no Google Scholar por artigos acadêmicos sobre o Orkut. Encontrei um muito interessante: A auto-regulação interna do Orkut pelos usuários (pdf), de Flávia Ataide Pithan e Maria Isabel Timm, publicado na revista Interin, da Universidade Tuiuti do Paraná. Um pequeno trecho:

"Devido à falta desse controle severo, muitas comunidades que não deveriam existir segundo as regras definidas pelo site podem ser encontradas. Apresentam conteúdo racista, neonazista e terrorista, como já citado anteriormente. Apóiam o crime, a contravenção, o uso de drogas e a barbárie. O controle destas comunidades, que idealmente deveria ser realizado pelo criador do site ou uma equipe destinada para isto, muitas vezes tem sido executado pelos próprios membros da rede, os quais se unem para eliminar usuários que abusam da liberdade proporcionada pelos motivos já citados. Apesar disso, as comunidades censuradas encontram meios de despistar a repressão utilizando nomes mascarados. Quando são excluídas da rede, voltam com novo nome e seguem apoiando e divulgando as mesmas idéias anteriores."

ÉTICA
Jornalistas e fontes podem ser amigos em redes sociais?

Você é jornalista, e uma de suas fontes lhe envia um friend request no Facebook ou no Orkut. Aceitar seria desrespeitar o princípio do distanciamento entre jornalistas e fontes? Ou os vínculos online não equivalem às amizades fora da Web?

O texto To Friend or Not to Friend?, escrito pelo jornalista Steven Mendoza e publicado no site da revista American Journalism Review, discute justamente essas questões. Mas não espere uma conclusão taxativa sobre o que deve ou não ser feito. Afinal, não existem regras para amizades de jornalistas em redes sociais.

O colunista Stuart Leavenworth, um dos profissionais ouvidos por Mendoza, tem deixado os convites de fontes na lista de espera do Facebook. Como jornalista, ele prefere manter uma certa distância de figuras públicas e outras fontes com as quais lida regularmente. Leavenworth também diz sentir um certo incômodo em saber que essas fontes podem ter acesso às suas informações pessoais no site.

Já para a repórter Dara Kam, do jornal Palm Beach Post, não há implicações éticas em ter fontes na lista de amigos em seu perfil. Segundo ela, os sites de relacionamento podem até ajudar na interação entre os jornalistas e suas fontes.

REDES SOCIAIS
Visíveis vínculos virtuais

Vídeo em que o professor José Luis Orihuela, da Universidade de Navarra (Espanha), organiza algumas idéias sobre redes sociais:

El profesor de la Universidad de Navarra José Luis Orihuela analiza la situación actual de las redes sociales en Internet, con el caso concreto de Facebook, aprovechando la visita a la Universidad de su fundador, Mark Zuckerberg.

MINI-CLIPPING
Popularidade das redes sociais

Texto publicado em 13/08 no Portal Imprensa:

Blog analisa popularidade dos principais sites de relacionamento no mundo

Por Adriana Douglas / Redação Portal IMPRENSA

Diante do uso mundial de redes sociais na internet, o blog sueco Royal Pingdom promoveu uma pesquisa, baseada em dados coletados no Google Insight for Search, para descobrir em quais países o MySpace, Facebook, Hi5, Friendster, LinkedIn, Orkut, Last.fm, LiveJournal, Xanga, Bebo, Imeem e Twitter são mais populares. (...) matéria completa